
# Você constrói. Seu cliente paga a hospedagem dele.

O problema de quem faz projeto para os outros não é técnico: é que **a conta da infraestrutura fica no seu nome para sempre**. Você paga o servidor do site da padaria, cobra por fora, e três meses depois está perseguindo boleto de R$ 90.

Na BridgeAI, o projeto pode ter um **cofre próprio**. O seu cliente paga aquele projeto, direto, e você sai do meio do dinheiro.

## Como funciona

1. Você constrói e publica o projeto normalmente
2. No painel, define quem é o **responsável financeiro** e gera o **link de cobrança**
3. Manda o link. Seu cliente abre uma página com os itens do projeto, o preço de cada um e o consumo real dos últimos 30 dias
4. Ele paga por **Pix ou cartão**. A partir do primeiro pagamento, aquele projeto passa a beber do cofre dele

**Sem cadastro, sem login, sem app.** Quem paga não precisa entender o que é um contêiner, e não vira cliente da BridgeAI.

## O que a página do seu cliente mostra

Ela foi desenhada para ser lida por quem contratou um site, não por quem opera um.

- O **nome do projeto**, e o seu nome como quem construiu
- Os **itens contratados** com o preço de cada um, somando ao total
- O **consumo real** dos últimos 30 dias
- Quanto tempo o crédito atual ainda dura
- Um botão de pagar

E o que ela **nunca** mostra: log, variável de ambiente, endereço de banco, nome de contêiner, e-mail de ninguém, ou qualquer outro projeto da sua conta. A regra que usamos ao escrever essa tela: se o campo não caberia num orçamento impresso, ele não vai para o link.

## Os dois bolsos não se misturam

Esta é a parte que exige cuidado, e vale saber como decidimos:

- **O cofre nasce do pagamento, não de um botão.** Entre você marcar o responsável e ele pagar a primeira vez, quem paga ainda é você. Não há um estado intermediário em que ninguém sabe de quem é a conta
- **O corte é no tempo.** O consumo anterior ao primeiro pagamento já saiu do seu bolso e continua sendo seu. Se o cofre respondesse pelo histórico inteiro, o seu saldo **subiria sozinho** no dia em que o cliente pagasse — dinheiro que ninguém depositou
- **A segunda recarga não move a data.** Senão ela empurraria de volta para a sua conta tudo o que o cofre já tinha pago
- **Projeto de cliente não entra no seu fôlego.** Quando a plataforma te diz "seu crédito dura 4 dias", ela não está contando o gasto que outra pessoa paga
- **Tirar o responsável não devolve o dinheiro.** O que o cliente pôs continua sendo do projeto. Devolvê-lo porque um campo foi apagado seria a plataforma decidindo, no lugar de duas pessoas, de quem é o dinheiro

## Quando o crédito do cliente está acabando

O aviso vai para **ele**, não para você.

- No e-mail dele, com o **nome do projeto no assunto** — "BridgeAI" não diz nada a quem nunca ouviu falar da plataforma; "O site da Marina" diz
- Com o **seu nome**, dizendo quem construiu, para o primeiro e-mail que essa pessoa recebe de nós não parecer cobrança de empresa que ela nunca contratou
- Com o **link público**, e não o painel: quem recebe não tem conta no GitHub, e mandá-lo fazer login para pagar uma conta que ele quer pagar é perder o pagamento

E o seu agente sabe da diferença: ao perguntar quanto um projeto entregue está custando, ele mostra **o crédito daquele projeto**, não o seu saldo. Um dev com R$ 500 na conta não deve ouvir "está tudo bem" sobre um site que pausa amanhã.

## Se o cliente parar de pagar

O projeto **dele** pausa depois da carência. Os seus outros continuam rodando normalmente — os relógios são separados de propósito.

E pausar não é apagar: banco, arquivos e código ficam onde estavam. Um pagamento religa.

## Revogar o link é reemitir

Existe **um** link por projeto. Gerar outro mata o anterior — é a única forma de revogação que uma pessoa não-técnica executa sozinha, sem precisar de você.

## O que isso muda no seu orçamento

Você para de embutir infraestrutura no preço do serviço, e para de bancar o risco de o cliente sumir. O que você cobra vira o seu trabalho; a hospedagem é uma linha que o cliente paga direto, com nota do valor real.

E se ele perguntar quanto custa, a resposta cabe numa frase: um site publicado com banco de dados fica em **R$ 123,05/mês**, e ele consegue conferir isso sozinho na página.

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